Aqui há dias tropecei num livro de Brazelton, "A criança e a disciplina" e pareceu-me conveniente transcrever estas linhas da pág 13, hoje, exactamente neste dia:
"A disciplina é o segundo presente mais importante que um pai pode dar a uma criança. O amor vem em primeiro lugar, é claro. Mas a segurança que a criança encontra na disciplina é essencial, pois sem ela não há limites. As crianças precisam de limites e sentem-se seguras com eles. Sabem que são amadas quando um pai se preocupa em lhes impor uma disciplina.
A disciplina tem a ver com o ensino e não com a punição."
T. Berry Brazelton
«Não se contente somente com o perfume das flores. Plante as sementes e perfume um jardim.»
2011-03-19
2011-03-13
Estou muito triste com aquilo que se está a passar no Japão. Depois do terramoto, o pior ainda estaria para vir. E depois do tsunami, as fugas radioactivas é do pior que se possa imaginar. E porque tive algumas visitas no meu blog do Japão, quero enviar daqui a minha solidariedade para todos vós. Força e coragem.
ontem foi dia de cinema, mais concretamente o dois em um
Está visto. Um filme giro de António Pedro Vasconcelos com o humor inteligente de Nuno Markl: "os pinguins estão cá até Sábado...". Só entende esta expressão quem viu o filme. Ele, a certa altura do filme, explica o porquê de usar esta expressão para quem não se rala muito com o tempo a passar e a vida a passar-lhe ao lado!
Está visto. Um filme calminho, vencedor de alguns óscares, e que nos ajuda a perceber que a melhor forma de ultrapassar alguns complexos, como neste caso em concreto a gaguez, é uma postura perante a vida menos formal, mais descontraída e mais auto-confiante, sejamos nós reis, rainhas, princesas ou simplesmente as gatas borralheiras.
2011-03-11
dos momentos bons...
E das terras lindas das amendoeiras em flor, que tanto me dizem, trouxe um pouco de tudo. Mel dourado das abelhinhas irrequietas sempre em redor das flores, laranjas deliciosas que só elas, pão rústico cozido em forno de lenha e feito pelas mãos de uma senhora simpática, amêndoas com açúcar branco por cima, figos secos e muito amor e carinho duma terra com as melhores pessoas do mundo e que trago sempre no coração e à qual pertenço sempre. Adoro-vos.
2011-03-04
Carnaval à porta, com um bom livro para as horas vagas
Sem muito para vos dizer... Passei aqui, no meu cantinho, apenas para vos desejar bom fim-de-semana, boas leituras, bom Carnaval. Quanto a mim, eu vou andar por terras lindas, de amendoeiras em flor. Até breve.
2011-02-25
A Primavera e eu. Uma relação amor-ódio!
Por um lado a Primavera inspira-me, deixa-me bem dispostinha etc. e tal, por outro lado obriga-me a espirrar como se não houvesse amanhã. E depois eis que chega o anti-histamínico e salva a situação complicada deste relacionamento.
2011-02-24
Acabei de ler o livro "A ilha debaixo do mar" de Isabel Allende
Fico sempre de pé atrás quando se trata de ler livros traduzidos. Mas não foi o caso com todos os livros que li de Isabel Allende. Aquele que mais me marcou foi sem dúvida "A casa dos espíritos". Relativamente a este, a autora remete-nos para o séc. XVIII, mais concretamente para Saint-Domingue, a ilha que será hoje chamada de Haiti, penso eu. As fazendas, as plantações de açúcar, a escravidão, o desenrolar de histórias familiares, intrigas, e a luta por parte dos escravos pela abolição da escravatura. Algum dramatismo em algumas partes do livro com descrições tão pormenorizadas, tão realistas que chegaram mesmo a chocar-me e tive momentos em que tive vontade de desistir de ler este livro. Mas não desisti, aguentei firme, porque ao mesmo tempo também se tornou viciante. Um vício de 511 páginas, completamente colada a esta história. Uma história cujo final não seria aquele que eu esperaria. A teimosia de um casamento incestuoso de dois meios irmãos, ele fruto do matrimónio do fazendeiro Valmorain, e ela fruto dos abusos sexuais que este fazendeiro mantinha com a escrava Zarité. Os dois, Maurice e Rosette, juntos desde a infância, desejavam contra tudo e contra todos prolongar esta união, não fosse a tragédia bater-lhes à porta. E fico-me por aqui. Há mais para ler no livro.
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´O Verão`
«No Verão devíamos, não por imposição legal mas por serena disciplina interior, ser obrigados a perder-nos. A perder-nos no que nos rodeia. ...
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«No Verão devíamos, não por imposição legal mas por serena disciplina interior, ser obrigados a perder-nos. A perder-nos no que nos rodeia. ...
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Já conhecem este blog? Pois... então se não conhecem deviam conhecer. Ela tem umas mãos de ouro e faz trabalhos fantásticos. Para além de p...


