Para lidar melhor com o frio, estes cremes de aveia são os que eu mais gosto.
«Não se contente somente com o perfume das flores. Plante as sementes e perfume um jardim.»
2012-01-06
2012-01-04
Isto digo eu
Dizer-vos que vivemos hoje acima do nível de vida que os nossos avós algum dia sonharam e com muito mais conforto que no passado. Medo de descer alguns degraus? Apesar de tudo nunca será tão mau como dantes. Tenham calma não me atirem já com pedras, estou simplesmente a olhar para o copo meio cheio e vistas as coisas nesse ângulo, elas podem não ser tão desgraçadamente e aterradoramente más. Vejam bem no passado não havia net como há hoje, estão a ver? Também não havia um pópó para cada membro do agregado familiar (quase), parece que já ninguém sabe andar curtas distâncias a pé. Não havia casas aquecidas ou pelo menos paredes com caixa de ar e janelas com vidro duplo, estão a ver? Não havia viagens para aqui e para acolá só porque sim e apetece. Não havia comida que se ingerisse em excesso. E hoje? Hoje são os excessos que estão à vista de todos. Não estou a dizer que isto não seria bem bom se durasse sempre e eternamente, simplesmente se a coisa emagrecer um pouco também não é caso para tanto dramatismo. Isto digo eu que botei estas palavras pensando em vos alegrar e que as tinha aqui no limbo do pensamento.
2011-12-28
"Há razões para acreditar num mundo melhor."
A mensagem que o anúncio transmite está giríssima. É muito positiva e cheia de esperança num mundo realmente melhor.
2011-12-13
a vida na perspectiva de uma grandeza sinusoidal...
Dias frios, chuvosos, nevoeirados, ventosos, o Inverno no seu esplendor... a vida soma e segue. O Natal que se aproxima numa tentativa de equilibrar a luminosidade dos dias. O brilho, as luzes equilibram o cinzento dos dias. O homem que caminha numa sinusóide. O importante é que ela não tenha amplitudes muito grandes e cuja onda não tenha grandes perturbações. Quanto mais próximo do ponto de equilíbrio, maior estabilidade lhe confere.
O ideal lá ao fundo da linha. Sempre inatingível. O importante é que ele esteja sempre lá e que o homem tenha sempre o objectivo de o alcançar.
O ideal lá ao fundo da linha. Sempre inatingível. O importante é que ele esteja sempre lá e que o homem tenha sempre o objectivo de o alcançar.
2011-12-11
mostra-me o teu rosto...
Quando já se percorreu metade da vida toma-se mais consciência da morte. Da individualidade, da fragilidade de cada pessoa num aglomerado de gente. Cada rosto procurando um carinho, um sorriso, uma empatia, um olhar atencioso, de um pouco de tempo. Do teu tempo. Do meu tempo. Tempo para estar, para apreciar, para respirar mais fundo, para ganhar confiança, ânimo.
Aglomerados de gentes com rostos sisudos. Força da idade, dos desgostos, da vida... Estas imagens fazem-me transportar à infância daqueles rostos enrugados e sérios. Imagino os sorrisos rasgados e descontraídos, os olhos brilhantes de felicidade e desejo, os sonhos que o futuro haveria de trazer. Mas o futuro é aquele malandro que às vezes nos prega rasteiras. E a felicidade às vezes faz batota connosco.
Gente solitária no meio da multidão. Divagando nos pensamentos, nas preocupações, em alguma tristeza, mas também em alguma felicidade envergonhada, sorriso contraído. Quando digo que a felicidade é envergonhada, digo-o porque as pessoas têm um certo receio de mostrar que estão felizes. Então encolhem a felicidade, engolem-na, não vá isso despertar sentimentos de inveja nos outros. E assim andam os rostos dos crescidos, carregados e sérios como se isso fosse o protótipo do ser humano adulto perfeito e com juízo.
Deem-me por favor os sorrisos descontraídos das crianças, porque eles ajudam-me a rejuvenescer. Razão tem o Peter Pan quando diz que não quer crescer...
Aglomerados de gentes com rostos sisudos. Força da idade, dos desgostos, da vida... Estas imagens fazem-me transportar à infância daqueles rostos enrugados e sérios. Imagino os sorrisos rasgados e descontraídos, os olhos brilhantes de felicidade e desejo, os sonhos que o futuro haveria de trazer. Mas o futuro é aquele malandro que às vezes nos prega rasteiras. E a felicidade às vezes faz batota connosco.
Gente solitária no meio da multidão. Divagando nos pensamentos, nas preocupações, em alguma tristeza, mas também em alguma felicidade envergonhada, sorriso contraído. Quando digo que a felicidade é envergonhada, digo-o porque as pessoas têm um certo receio de mostrar que estão felizes. Então encolhem a felicidade, engolem-na, não vá isso despertar sentimentos de inveja nos outros. E assim andam os rostos dos crescidos, carregados e sérios como se isso fosse o protótipo do ser humano adulto perfeito e com juízo.
Deem-me por favor os sorrisos descontraídos das crianças, porque eles ajudam-me a rejuvenescer. Razão tem o Peter Pan quando diz que não quer crescer...
2011-12-06
Excerto do livro "Más Maneiras De Sermos Bons Pais" de Eduardo Sá
Não posso dizer que tenha gostado muito deste livro, embora no seu interior haja parágrafos simplesmente verdadeiros e extraordinários. Um deles é este que se encontra na página 170:
"Mas, afinal, quando se chega ao Natal numa família?
Quando ela suscita a comunhão e nos dá experiências comoventes. Sempre que promove a autenticidade e a transparência. Logo que desenvolve a esperança e o sonho. Quando ampara a dor, estimula as transformações e liga amor e pensamento. Sempre que educa para a verdade, para a humanidade, para a perserverança e para o arrojo. Quando sabe mais de nós do que nós próprios. E se nos ensina que somos dignos de um passado sempre que recriamos o futuro."
Eduardo Sá
"Mas, afinal, quando se chega ao Natal numa família?
Quando ela suscita a comunhão e nos dá experiências comoventes. Sempre que promove a autenticidade e a transparência. Logo que desenvolve a esperança e o sonho. Quando ampara a dor, estimula as transformações e liga amor e pensamento. Sempre que educa para a verdade, para a humanidade, para a perserverança e para o arrojo. Quando sabe mais de nós do que nós próprios. E se nos ensina que somos dignos de um passado sempre que recriamos o futuro."
Eduardo Sá
2011-12-04
dias assim... tão... je ne sais quoi
O dia de hoje amanheceu frio e cheio de nevoeiro e por isso mesmo pede lareira e roupas bem quentinhas... Já se começa mesmo a sentir o espírito natalício no ar... mas a vontade de comprar o que quer que seja é que não é nenhuma. Começo a pensar na crise, outra vez a crise e ainda a crise... e mais a crise...bolas!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
´O Verão`
«No Verão devíamos, não por imposição legal mas por serena disciplina interior, ser obrigados a perder-nos. A perder-nos no que nos rodeia. ...
-
«No Verão devíamos, não por imposição legal mas por serena disciplina interior, ser obrigados a perder-nos. A perder-nos no que nos rodeia. ...
-
Já conhecem este blog? Pois... então se não conhecem deviam conhecer. Ela tem umas mãos de ouro e faz trabalhos fantásticos. Para além de p...

